O que ficou evidenciado ao ler as postagens dos colegas, e assistindo o filme, foi que o preconceito obscurece a verdade, ou seja, que se não conseguimos nos colocar no lugar do outro e não dermos atenção ao que acontece ao nosso redor, conseqüentemente faremos um julgamento pré-estabelecido das pessoas, criando estigmas sociais e culturais. E até que ponto temos o direito de julgar alguém sem termos pelo menos a noção dos acontecimentos ou da realidade que cerca cada um? Evidências havia para culpá-lo ou inocentá-lo, mas e os argumentos? Será que realmente as pessoas que estavam lá deixaram pelo menos uma vez de olhar para seu próprio umbigo e procuraram colocar-se no lugar do réu? Como lembrou um dos jurados “todos nós temos direito à dúvida”, por isso devemos esgotar todas as possibilidades de questionamentos e reflexões para chegarmos então a uma conclusão. E é aí que este filme antigo e ao mesmo tempo tão atual nos faz pensar o valor da atenção e que é preciso saber ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma das pessoas.
Como coloca a colega “Greice”: Às vezes na nossa caminhada como educadores acabamos por esquecer, ou talvez tornasse difícil pautarmos as “evidências” e as “argumentações” e acabamos por repetir estes mesmos erros; entramos com o veredicto pronto e os alunos não passam de meros réus, esperando suas condenações sem ao menos ter o direito de se defenderem.
Como coloca a colega “Greice”: Às vezes na nossa caminhada como educadores acabamos por esquecer, ou talvez tornasse difícil pautarmos as “evidências” e as “argumentações” e acabamos por repetir estes mesmos erros; entramos com o veredicto pronto e os alunos não passam de meros réus, esperando suas condenações sem ao menos ter o direito de se defenderem.


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