Partindo do texto: " Aprendizes do futuro: As inovações começaram", apresento meu Mapa conceitual
segunda-feira, 31 de março de 2008
Mapa Conceitual-Projeto:O que é? Como se faz?
Postado por Giselda Correa às 07:02 0 comentários
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O poder da palavra

Em um dos nossos últimos encontros no ESPEAD fizemos um exercício interessante, o de refletirmos sobre as intervenções postadas para os alunos nos diferentes ambientes propostos pelo PEAD, bem como sua qualidade e clareza. E foi durante a realização desta atividade que percebi o poder e quão importante são nossas palavras. Realmente nossas palavras, como tutores em um ambiente de EAD, são redes que tecem relações de troca, de entendimento, são vias condutoras de mão dupla que conduzem a novas idéias e sensações. O mesmo ocorreu quando comecei a comentar os portfolios das alunas, onde me foi oferecida à oportunidade de, através de comentários, estimulá-las, motivá-las e, sobretudo, contribuir para que desenvolvessem sua capacidade de organização das atividades e de auto-aprendizagem. Fiquei surpresa com o retorno positivo dado pelos alunos. Mandaram-me e-mails onde expressavam sua satisfação e seu bem estar por estarem sendo valorizadas em sua produção.
Realmente a palavra tem um poder imensurável, com ela podemos estimulá-los, fazendo com que construam cada vez mais e melhores aprendizagens significativas, ou não, depende do ponto de vista do aluno em relação ao que escrevemos.
Portanto, a criação de vínculos de afetividade a distância é possível e importante para diminuir a ansiedade dos alunos em relação à suas aprendizagens e para criar uma maior proximidade entre os envolvidos neste processo de (des) construção, ajudando na orientação do curso como um todo.
Realmente a palavra tem um poder imensurável, com ela podemos estimulá-los, fazendo com que construam cada vez mais e melhores aprendizagens significativas, ou não, depende do ponto de vista do aluno em relação ao que escrevemos.
Portanto, a criação de vínculos de afetividade a distância é possível e importante para diminuir a ansiedade dos alunos em relação à suas aprendizagens e para criar uma maior proximidade entre os envolvidos neste processo de (des) construção, ajudando na orientação do curso como um todo.
Postado por Giselda Correa às 07:58 3 comentários
Marcadores: ESPEAD
Tutor, monitor ou Orientador???
Ainda seguindo um pouco mais na trilha da primeira postagem, ao terminar a leitura do texto sobre tutoria, descobri que para a palavra TUTOR, segundo o autor Oreste Preti, apresenta variadas terminologias, o que difere são as concepções que as fundamentam.
Para ele a “educação a distância, paradoxalmente, impõe interlocução permanente e, portanto, proximidade pelo diálogo”.Dentro desta concepção construtivista, libertária e transformadora, falar em "tutor" ("protetor do menor") é considerar o sujeito da educação um sujeito passivo, dependente do outro que o tutor, o protege, que decide o que fazer, quando e como. E tratando-se de um curso voltado para formação de adultos (geralmente são professores da rede pública de ensino) seria um contra-senso ainda maior, remetendo-os a uma situação de "minoridade", por falta de maturidade e autonomia.
Monitor, segundo suas raízes na língua latina, remete a quem adverte, censura, repreende; refere-se ao aluno-mestre "encarregado de repetir as lições aos colegas menos adiantados e olhar pela disciplina" (Dic. Ilustrado da Ling. Portuguesa). Aqui, também, perpassa a idéia da "inferioridade" do estudante que necessita, então, do amparo, do acompanhamento e da correção de outrem que, presume-se, seja "superior" a ele no domínio de conteúdos.
Já o orientador tem a função de orientar, de provocar o questionamento reconstrutivo, de estimular no aprendente sua capacidade de estudo independente, de auto-formação e auto-organização e sobretudo de respeito e de reconhecimento do outro como ele é, de seus ritmos, seus desejos e projeto de vida. Ele é um dos sujeitos ativos do processo educativo, que interage com o aprendente para que ambos busquem (re)significar e (re)construir concepções e práticas pedagógicas.
Ainda, segundo o autor, devemos, também, reconhecer que o orientador, enquanto sujeito de uma equipe, observa o caminho percorrido, avalia a trajetória, pesquisa, indaga e provoca a reflexão. Sendo indispensável sua participação em todo o processo de construção do curso (no planejamento, desenvolvimento e avaliação do mesmo). Por isso, ela necessita de uma formação inicial e continuada não somente no que diz respeito aos aspectos teórico-metodológicos do curso como da modalidade a distância. Nos momentos de planejamento, a orientadora participa da discussão, com os professores especialistas responsáveis pelas áreas de conhecimento do curso e com a equipe pedagógica, a respeito dos conteúdos a serem desenvolvidos, do material didático a ser utilizado, da proposta metodológica, do processo de acompanhamento e avaliação de aprendizagem. São constantemente retomados os princípios norteadores do curso, a partir das práticas vividas, de situações novas que aparecem, de discussões teóricas no campo da educação, de questionamentos e incertezas. Esse "mergulho" (ou "afastamento" da prática rotineira do curso) se dá nos Centros de Apoio de cada Pólo8, nos encontros mensais que aí ocorrem.
O orientador que não se abre para aprender, que não aprende continuamente, que não pesquisa, que não está bem consigo mesma, que não gosta e não se sente compromissada com o que está fazendo, como poderá orientar e fazer com que o acadêmico aprenda?
Muito mais do que realizar leituras e/ou participar dos encontros de formação, trata-se de um constante re-pensar e re-fazer da atividade de orientação por meio da atitude de pesquisar. Se o orientador pretende formar o acadêmico em sujeito com autonomia cognitiva e humana, capaz em aprender a aprender para que sua vida e sua prática pedagógica sejam transformadas, não é suficiente "cobrar" do acadêmico que ela pesquise, é fundamental que o orientador vivencie quotidianamente esta atitude investigando sobre a caminhada de seus acadêmicos como sobre sua trajetória enquanto orientador.
De certa forma, o autor não deixa de estar correto em sua colocação, pois a “nomeclatura” tutor, sugere o significado de protetor,de pessoa que se responsabiliza por outra e que resolve situações problemas para a mesma. Na verdade, em nada se parece com o real papel que desempenhamos. Não resolvemos ou “buscamos”para nós, responsabilidades que são das alunos, apenas orientamos, damos suporte, auxiliamos. Mostramos o caminho que devem percorrer para alcançarem seus objetivos, mas não caminhamos por eles!!
Então, neste sentido, será que a melhor terminologia aplicada à nós seria a de orientador? Agora fiquei em dúvida!!
Para ele a “educação a distância, paradoxalmente, impõe interlocução permanente e, portanto, proximidade pelo diálogo”.Dentro desta concepção construtivista, libertária e transformadora, falar em "tutor" ("protetor do menor") é considerar o sujeito da educação um sujeito passivo, dependente do outro que o tutor, o protege, que decide o que fazer, quando e como. E tratando-se de um curso voltado para formação de adultos (geralmente são professores da rede pública de ensino) seria um contra-senso ainda maior, remetendo-os a uma situação de "minoridade", por falta de maturidade e autonomia.
Monitor, segundo suas raízes na língua latina, remete a quem adverte, censura, repreende; refere-se ao aluno-mestre "encarregado de repetir as lições aos colegas menos adiantados e olhar pela disciplina" (Dic. Ilustrado da Ling. Portuguesa). Aqui, também, perpassa a idéia da "inferioridade" do estudante que necessita, então, do amparo, do acompanhamento e da correção de outrem que, presume-se, seja "superior" a ele no domínio de conteúdos.
Já o orientador tem a função de orientar, de provocar o questionamento reconstrutivo, de estimular no aprendente sua capacidade de estudo independente, de auto-formação e auto-organização e sobretudo de respeito e de reconhecimento do outro como ele é, de seus ritmos, seus desejos e projeto de vida. Ele é um dos sujeitos ativos do processo educativo, que interage com o aprendente para que ambos busquem (re)significar e (re)construir concepções e práticas pedagógicas.
Ainda, segundo o autor, devemos, também, reconhecer que o orientador, enquanto sujeito de uma equipe, observa o caminho percorrido, avalia a trajetória, pesquisa, indaga e provoca a reflexão. Sendo indispensável sua participação em todo o processo de construção do curso (no planejamento, desenvolvimento e avaliação do mesmo). Por isso, ela necessita de uma formação inicial e continuada não somente no que diz respeito aos aspectos teórico-metodológicos do curso como da modalidade a distância. Nos momentos de planejamento, a orientadora participa da discussão, com os professores especialistas responsáveis pelas áreas de conhecimento do curso e com a equipe pedagógica, a respeito dos conteúdos a serem desenvolvidos, do material didático a ser utilizado, da proposta metodológica, do processo de acompanhamento e avaliação de aprendizagem. São constantemente retomados os princípios norteadores do curso, a partir das práticas vividas, de situações novas que aparecem, de discussões teóricas no campo da educação, de questionamentos e incertezas. Esse "mergulho" (ou "afastamento" da prática rotineira do curso) se dá nos Centros de Apoio de cada Pólo8, nos encontros mensais que aí ocorrem.
O orientador que não se abre para aprender, que não aprende continuamente, que não pesquisa, que não está bem consigo mesma, que não gosta e não se sente compromissada com o que está fazendo, como poderá orientar e fazer com que o acadêmico aprenda?
Muito mais do que realizar leituras e/ou participar dos encontros de formação, trata-se de um constante re-pensar e re-fazer da atividade de orientação por meio da atitude de pesquisar. Se o orientador pretende formar o acadêmico em sujeito com autonomia cognitiva e humana, capaz em aprender a aprender para que sua vida e sua prática pedagógica sejam transformadas, não é suficiente "cobrar" do acadêmico que ela pesquise, é fundamental que o orientador vivencie quotidianamente esta atitude investigando sobre a caminhada de seus acadêmicos como sobre sua trajetória enquanto orientador.
De certa forma, o autor não deixa de estar correto em sua colocação, pois a “nomeclatura” tutor, sugere o significado de protetor,de pessoa que se responsabiliza por outra e que resolve situações problemas para a mesma. Na verdade, em nada se parece com o real papel que desempenhamos. Não resolvemos ou “buscamos”para nós, responsabilidades que são das alunos, apenas orientamos, damos suporte, auxiliamos. Mostramos o caminho que devem percorrer para alcançarem seus objetivos, mas não caminhamos por eles!!
Então, neste sentido, será que a melhor terminologia aplicada à nós seria a de orientador? Agora fiquei em dúvida!!
Postado por Giselda Correa às 07:56 1 comentários
Marcadores: Aprendizados
Sobre EAD
Bom é hora de registrar e de atualizar o meu leitor sobre minhas novas construções.
Estava lendo um texto sobre Educação à distância para professores, quando me deparei com o texto do autor Oreste Preti, em que abordava essa, mas “nem tão nova” modalidade, que é o EAD.
Dentre muitas colocações feitas por ele, esta me chamou atenção:
”Feche por uns minutos os olhos e imagine uma escola sem salas de aula, sem paredes, sem carteiras, com estudantes indo e vindo, conversando, lendo em diferentes espaços livres, ora reunidos em equipe, ora desenvolvendo atividades individuais, com horários diversificados para atendimento individual ou em grupos, com calendário flexível, acompanhamento personalizado, sob a orientação de um grupo de educadores, etc. Talvez, você exclamará surpreso: “Esta escola não existe”. Quem sabe, num futuro seja possível!”.
Aqui o autor não está falando da educação do futuro (vivencia-se experiências em EAD desde a década de 1960(Projeto Minerva, Logos I e Logos II,Telecurso 2000, Salto para o Futuro, TV Escola,...). Na realidade, está falando de uma educação real e atual, possível e que está acontecendo em nosso país. Temos acompanhado o crescimento da educação à distância, fato que vem ampliando não só as possibilidades de formação docente, mas efetivamente o número de oportunidades de capacitação a tantos professores. Vivemos em um mundo que está em constante mudança, onde a falta de tempo das pessoas tornou-se um obstáculo na busca de novos conhecimentos e até mesmo do aperfeiçoamento daqueles já adquiridos. Sendo assim, mesmo que ainda não sejam disseminadas informações suficientes para uma compreensão mais profunda das possibilidades da educação à distância e dos fatores que tornam os programas de EAD efetivos e de qualidade, a educação está se fazendo chegar através deste projeto, que disponibiliza a integração, a disseminação do conhecimento, a promoção e adoção da web como ambiente educacional, fazendo do ensino nas salas de aula, uma maneira mais interessante de aprender, já que incentiva as práticas pedagógicas e relações interdisciplinares, antes impossíveis de ocorrer facilitando a integração de todos os envolvidos na realização deste processo.
Preti coloca ainda: “Na modalidade EAD, não existe este ou aquele sujeito no centro do processo educativo. A educação se constrói continuamente numa rede de relações, de (re) construções, de transgressões, afirmações e parcerias, em que todos os sujeitos envolvidos participam, têm responsabilidades e compromissos, modificam e são modificados. Quem educa é muito mais uma "instituição" e um sujeito coletivo do que pessoas individualmente. A educação a distância contribui para um novo modo de ser, despertando o interesse e a determinação em superar e transgredir limites.”.
Concordo com o autor quando fala que se deve transgredir limites e que uma destas transgressões é a ruptura, ou seja, separar o processo de ensinar do processo de aprender, já que acontecem em tempo e espaço separados. Quem "ensina" e quem "aprende", não necessariamente encontram-se no mesmo local e ao mesmo tempo. Partindo desta perspectiva, o sujeito cria nova significação para tempo e o espaço, permitindo um maior respeito aos ritmos pessoais, às diferenças sociais e culturais, às trajetórias e histórias de vida individuais, contribuindo no processo de construção da autonomia intelectual e política e ao resgate da auto-estima pessoal e profissional.
De fato, a educação a distância parece ser uma alternativa preciosa para um país como o nosso, onde a gigantesca extensão territorial e a falta de igualdade na distribuição de oportunidades educacionais são fatos inquestionáveis. Mais e mais é preciso buscar formas de atender a uma demanda significativa de profissionais que, não podendo beneficiar-se do ensino convencional, ficam à margem de possibilidades de capacitação e aperfeiçoamento.
Postado por Giselda Correa às 07:47 0 comentários
Marcadores: Aprendizados
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Ultrapassando barreiras
Ao final deste terceiro semestre, sentei-me e resolvi fazer um feedback das minhas aprendizagens. Logo me vieram à memória nosso primeiro dia de formação na UFRGS e principalmente nossas idas ao laboratório para a apresentação das interdisciplinas. Meu Deus! Achei que não conseguiria assimilar tantos ambientes!Em especial o “BLOG”. Confesso que fiquei assustada, confusa e muito incomodada, pois eram tantas coisas e tantas palavras novas para aprender num mesmo dia que quase surtei!!Foram muitas as dificuldades, os acertos e erros ocorridos durante este percurso, mas foram estes também que me permitiram vivenciar uma nova experiência, proporcionando uma aprendizagem com êxito na minha formação pessoal e no desenvolvimento das minhas atividades como tutora dentro do EAD.
Foram muitos os caminhos abertos. Um leque muito grande de possibilidades, de ambientes e ferramentas me foi apresentadas. Comecei usando o e-mail,rooda,pbwiki,blog e os editores de texto.Logo vieram as atividades que envolviam outras ferramentas como o paint e o PowerPoint. Aprendi também a fazer downloads e uploads de figuras e imagens,bem como hipertextos, lincks, planilhas, etc, etc. E quando pensei que já estava tudo dominado, me foi apresentado uma nova proposta: O “Portfólio de Aprendizagens”. Um local onde,resgataria tudo que vira, ouvira e vivenciara durante minha caminhada, já que utilizaria de todas as apropriações tecnológicas ou não para fazer um trabalho diferenciado possibilitando refletir sobre a importância do meu papel como tutora, reavaliando minha prática e obtendo resultados positivos, onde seja possível o crescimento de todos os envolvidos neste projeto. Mas o desafio não contemplaria só isso, já que não somente faríamos nossas construções e transposições, como também comentaríamos as construções e transposições das alunas. Claro que num primeiro momento foi um choque, pois é complicado comentar, perceber e sentir, as inquietações, interesses, construções e modificações significativas do outro, bem como este articula a teoria e a prática nas suas aprendizagens. Difícil também falar se algo é possível de ser feito sem termos noção do tamanho do desafio. Após relutarmos para que o acompanhamento fosse feito pelos professores e das diferentes opiniões sobre a viabilidade ou inviabilidade de tal tarefa, reconhecemos a importância do trabalho.
Entendemos que o PEAD está tentando modificar a avaliação trabalhando com os Portfólios de Aprendizagem e mesmo que ainda estejamos num momento de construção, estamos fazendo tentativas de mudanças. E estas tentativas são válidas, pois só errando e acertando vamos conseguir construir uma EAD com uma didática diferenciada. Então após voltar de algumas reuniões uma tanto confusa, angustiada e principalmente preocupada, resolvi deixar o medo de lado e meter a “cara” nesta nova proposta. Primeiro comecei a olhar as tabelas e me apropriar delas e a partir das informações ali disponibilizadas foi à vez dos portfólios das alunas. Ali encontrei comentários belíssimos onde mostravam o que cada aluna estava construindo, pois passaram a refletir mais sobre sua prática, exteriorizavam seus problemas, mostravam seu cotidiano, sendo capazes de expressar-se livremente, buscando uma nova forma de ensinar, levando o aluno a conscientizar-se de que somente ele é o agente da transformação que tanto busca. Como cita a autora Adriane Kiperman Rojas, na revista Pátio-Ago/Out de 2007, “CADA PROFESSOR CARREGA CONSIGO UMA BAGAGEM DE EXPERIÊNCIAS E CONHECMENTOS CONSTRUÍDOS AO LONGO DE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL. DE MODO CONSCIENTE OU NÃO, O CONTEÚDO DESTA BAGAGEM FORMA E TRANSFORMA A SUA MANEIRA DE APRENDER, ENSINAR E DE VER O MUNDO”.
Enfim, agora vejo que percorrer esta caminhada será uma eterna aprendizagem, pois a partir de agora vamos, através das reflexões deste espaço, saber como, porque e se realmente estamos cientes do nosso aprendizado e que nossos alunos-professores, estejam conscientes da forma como seus trabalhos serão avaliados, assim serão capazes de se auto-avaliar e completar a tarefa com sucesso. E neste processo, nós como tutoras juntamente com os professores é de dar feedback, conselho e apoio ao longo do mesmo e de fazer a avaliação baseada em argumentos e evidências que asseguram a coerência e confiabilidade das mesmas, usufruindo conscientemente o que aprendemos.
Acredito que com o passar do tempo e com uma maior apropriação deste espaço me sentirei mais a vontade em transpor minhas evidências e construções, refletindo argumentando e relacionando de forma mais clara e objetiva
como estas transformaram minha prática, meu modo de agir e de pensar.
Foram muitos os caminhos abertos. Um leque muito grande de possibilidades, de ambientes e ferramentas me foi apresentadas. Comecei usando o e-mail,rooda,pbwiki,blog e os editores de texto.Logo vieram as atividades que envolviam outras ferramentas como o paint e o PowerPoint. Aprendi também a fazer downloads e uploads de figuras e imagens,bem como hipertextos, lincks, planilhas, etc, etc. E quando pensei que já estava tudo dominado, me foi apresentado uma nova proposta: O “Portfólio de Aprendizagens”. Um local onde,resgataria tudo que vira, ouvira e vivenciara durante minha caminhada, já que utilizaria de todas as apropriações tecnológicas ou não para fazer um trabalho diferenciado possibilitando refletir sobre a importância do meu papel como tutora, reavaliando minha prática e obtendo resultados positivos, onde seja possível o crescimento de todos os envolvidos neste projeto. Mas o desafio não contemplaria só isso, já que não somente faríamos nossas construções e transposições, como também comentaríamos as construções e transposições das alunas. Claro que num primeiro momento foi um choque, pois é complicado comentar, perceber e sentir, as inquietações, interesses, construções e modificações significativas do outro, bem como este articula a teoria e a prática nas suas aprendizagens. Difícil também falar se algo é possível de ser feito sem termos noção do tamanho do desafio. Após relutarmos para que o acompanhamento fosse feito pelos professores e das diferentes opiniões sobre a viabilidade ou inviabilidade de tal tarefa, reconhecemos a importância do trabalho.
Entendemos que o PEAD está tentando modificar a avaliação trabalhando com os Portfólios de Aprendizagem e mesmo que ainda estejamos num momento de construção, estamos fazendo tentativas de mudanças. E estas tentativas são válidas, pois só errando e acertando vamos conseguir construir uma EAD com uma didática diferenciada. Então após voltar de algumas reuniões uma tanto confusa, angustiada e principalmente preocupada, resolvi deixar o medo de lado e meter a “cara” nesta nova proposta. Primeiro comecei a olhar as tabelas e me apropriar delas e a partir das informações ali disponibilizadas foi à vez dos portfólios das alunas. Ali encontrei comentários belíssimos onde mostravam o que cada aluna estava construindo, pois passaram a refletir mais sobre sua prática, exteriorizavam seus problemas, mostravam seu cotidiano, sendo capazes de expressar-se livremente, buscando uma nova forma de ensinar, levando o aluno a conscientizar-se de que somente ele é o agente da transformação que tanto busca. Como cita a autora Adriane Kiperman Rojas, na revista Pátio-Ago/Out de 2007, “CADA PROFESSOR CARREGA CONSIGO UMA BAGAGEM DE EXPERIÊNCIAS E CONHECMENTOS CONSTRUÍDOS AO LONGO DE SUA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL. DE MODO CONSCIENTE OU NÃO, O CONTEÚDO DESTA BAGAGEM FORMA E TRANSFORMA A SUA MANEIRA DE APRENDER, ENSINAR E DE VER O MUNDO”.
Enfim, agora vejo que percorrer esta caminhada será uma eterna aprendizagem, pois a partir de agora vamos, através das reflexões deste espaço, saber como, porque e se realmente estamos cientes do nosso aprendizado e que nossos alunos-professores, estejam conscientes da forma como seus trabalhos serão avaliados, assim serão capazes de se auto-avaliar e completar a tarefa com sucesso. E neste processo, nós como tutoras juntamente com os professores é de dar feedback, conselho e apoio ao longo do mesmo e de fazer a avaliação baseada em argumentos e evidências que asseguram a coerência e confiabilidade das mesmas, usufruindo conscientemente o que aprendemos.
Acredito que com o passar do tempo e com uma maior apropriação deste espaço me sentirei mais a vontade em transpor minhas evidências e construções, refletindo argumentando e relacionando de forma mais clara e objetiva
como estas transformaram minha prática, meu modo de agir e de pensar.
Postado por Giselda Correa às 08:21 0 comentários
Marcadores: Aprendizados
XII ENCONTRO SUL-BRASILEIRO DE LÍNGUA PORTUGUESA-ATIVIDADE DE ENCERRAMENTO
PALESTRA: O TRABALHO EM DESENVOLVIMENTO NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA PARA AS LICENCIATURAS – UFRGS, UNISINOS, FEEVALE, PUCRS, UNILASALLE
Data: 31/10/2007
Objetivo principal da palestra seria promover uma atividade que aproximasse as pessoas envolvidas no EAD, que estão pensando na formação do professor.
Participantes:
Maria Alice Cravina – UFRGS (Educação Matemática, formação de professores, educação tecnológica).
Paulo Rech Vagner – PUCRS (PUC Virtual)
Rosemari Martins – FEEVALE (Produção de sentido, ambientes virtuais de aprendizagem)
Suzane Garrido – UNISINOS (EAD-UNISINOS, UNISINOS Virtual, Uso de tecnologias digitais, comunicação e interação).
Patrícia Viana – UNILASALLE (MEC, PEAD, UFRGS, UNILASALLE Virtual, EAD, metodologia, Didática, Tecnologias educacionais, software educativo).
Xavier Lopes – UNILASALLE ( UNILASALLE Virtual).
Prof.ª Maria Alice Gravina
Tic's na formação de professores
SEAD
A Universidade se preocupa em promover o uso das TIC'S para uma formação dos professores do ensino fundamental.
Algumas disciplinas da FACED: Projetos de aprendizagem em ambientes virtuais, Mídias e Tecnologias, Software livre, ambientes virtuais na web.
Desenvolvimento da cultura ampla – alfabetização digital para os docentes da UFRGS, capacitações, ambientes virtuais de aprendizagem, html, php, flash, vídeo conferência.
Muitas vezes o professor tem dificuldades de fazer a transposição da sua disciplina para as tecnologias, por isso precisa experimentar, todas as fases, desde a produção do material digital(cultura voltada para as tecnologias) até a experiência docente em EAD.
Para o MEC, EAD se dá através da mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem e ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.
No futuro, a educação deverá ser BIMODAL, isto é, será tanto presencial quanto a distância. Haverá então um novo paradigma- uma fusão dos dois modelos, parece que a EAD está desenvolvendo tecnologias que vão desenvolver a educação como um todo, mas está ocorrendo um processo de qualificação de todo o processo.
EAD no sentido estrito – Cursos de especialização
Projetos com a Universidade Aberta ( Física, Química, Matemática e Informática)
Pró-Licenciatura
1a. fase – Pedagogia (400 vagas)
2a. fase – Música, Artes... (1800 vagas)
O Curso de Pedagogia a distância, está no 2o. Ano. O aluno/professor, apresenta trabalhos comprovando a transposição dialética, a partir das vivências de uma nova educação. Trabalhos realizados pelas alunas/professoras com seus alunos foram apresentados a platéia. O aluno deixa uma posição passiva, deve se sentir responsável por estudar, produzir, conhecer as novidades. Blog, wiki, web, são de ambientes e ferramentas já dominadas pelas alunas, que através de depoimentos mostrados, confirmam a qualificação da prática, do desempenho em sala de aula.
Prof. Paulo Rech Wagner
Ações em EAD para a formação de professores:
Tendências em EAD:
- ambientes virtuais de aprendizagens, materiais digitais, capacitação docentes, objetos de aprendizagens, serviços, integração EAD e presencial.
O professor precisa dominar e saber aplicar uma nova pedagogia.
A PUCRS usava um website, agora migrou para o ambiente moodle, que é free. A PUCVirtual é uma unidade de serviços cujo papel é apoiar e gerir as ações e políticas da PUC no que tange à EAD.
A PUC oferece alguns serviços como oficinas de capacitação, organização em EAD, gravação de vídeos, gravação (mp3) e/ou mídias, bancas ou reuniões virtuais.
Uma equipe desenvolve o trabalho: Coordenador, gerentes, Professores apoiadores, ateds (auxiliares técnicos em EAD/tutores), estagiários. Os núcleos se dividem em Informática e help desk, mídias e design, técnicos em TICs.
É uma proposta da Universidade, que todos os professores passem pela capacitação em recursos e ambientes digitais. Em sua 40ª edição, o curso tem como objetivo a formação docente, não apenas para o professor saber usar as ferramentas, mas para que seu plano da disciplina contemple ações específicas, projete adequadamente seus ambientes, ferramentas e materiais, enfim, contemple o EAD em sua prática.
Nesta formação docente são abordados assuntos como a inserção em EAD, planejamento, metodologia, avaliação e monitoramento, legislação e direitos autorais, ambientes de aprendizagem, visões do aluno e do professor, formatação e publicação de materiais, tele-conferência. As atividades são desenvolvidas tanto a distância, quanto presencial.
A meta da Universidade para 2010 é que todas as disciplinas usem ambientes virtuais, tanto na modalidade presencial quanto a distância.
Prof.ª Rosemari Martins
Laboratório virtual de línguas – Serviço disponível inicialmente aos alunos ingressantes na Universidade, após aberto a toda a comunidade.
Trabalha com modelos, dificuldades no uso da língua escrita, por exemplo, como redigir um texto, como fazer um projeto de pesquisa, como iniciar e terminar uma dissertação. O curso é oferecido a distância, as inscrições são por e-mail. Os módulos são de 25 horas/aula, sendo que o aluno recebe tarefas, realiza e envia para a correção e recebe de volta seu texto com as devidas observações. Um aspecto observado é o alto índice de evasão. Algumas hipóteses foram anotadas como as dificuldades com o ambiente, a gratuidade do curso, a falta de autonomia para estudar, o medo de errar ou receber críticas, o medo de se expor. A FEEVALE utiliza o ambiente Virtuali.
Prof.ª Patrícia Viana e Xavier Lopes
Algumas dificuldades enfrentadas num futuro o EAD e o Presencial: escolher o ambiente, treinar e convencer os pares de que é possível. Foi iniciado um estudo com o uso do AVA, com apoio do presencial – preparando a massa crítica, uma turma a distância e outra presencial, para controle e avaliação de resultados. A proposta metodológica é fundamental. As propostas de atividades devem ser significativas. É preciso rever os conceitos de ensino ou educação a distância. O professor deve rever sua prática, e não apenas propor atividades com textos, ler e postar no portfólio, não há diferenças entre o passado e esta prática. É preciso fazer a transposição de propostas e novos recursos.
Prof.ª Suzane Garrido
Responsável pela UnisinosVirtual, apresenta a virtualização como o melhor conceito em EAD, a potencialização das coisas atuais. Não há desmerecimento, há potencialização, flexibilização de tempo e de espaço para aprender, mediado por tecnologias digitais. A imprevisibilidade do setor é um “infator”, é preciso acreditar sem possibilidade de previsão. O mercado acena, existe a necessidade.
A Unisinos apresenta para o semestre 150 turmas, existe a demanda de alunos, o espaço de interlocução se faz necessário. O EAD traz articulações, favorece relações, possibilita a inclusão e possibilita, através das mídias, uma comunicação mais próxima, através da mediação tecnológica.
Algumas questões foram levantadas como os efeitos de tantas mudanças nos futuros licenciados, o problema da inclusão digital, quais os projetos do governo para o incentivo a EAD, mudanças que devem ocorrer na escola a partir de tantas propostas, barreiras tecnológicas e linguagens desconhecidas para um professor com limitações e como substituir a presença física do professor. Todas as questões ainda estão em estudos, são ainda objetos de pesquisa de professores que são pioneiros nestas ações e que escrevem uma nova página da história da educação em nossa sociedade.
Data: 31/10/2007
Objetivo principal da palestra seria promover uma atividade que aproximasse as pessoas envolvidas no EAD, que estão pensando na formação do professor.
Participantes:
Maria Alice Cravina – UFRGS (Educação Matemática, formação de professores, educação tecnológica).
Paulo Rech Vagner – PUCRS (PUC Virtual)
Rosemari Martins – FEEVALE (Produção de sentido, ambientes virtuais de aprendizagem)
Suzane Garrido – UNISINOS (EAD-UNISINOS, UNISINOS Virtual, Uso de tecnologias digitais, comunicação e interação).
Patrícia Viana – UNILASALLE (MEC, PEAD, UFRGS, UNILASALLE Virtual, EAD, metodologia, Didática, Tecnologias educacionais, software educativo).
Xavier Lopes – UNILASALLE ( UNILASALLE Virtual).
Prof.ª Maria Alice Gravina
Tic's na formação de professores
SEAD
A Universidade se preocupa em promover o uso das TIC'S para uma formação dos professores do ensino fundamental.
Algumas disciplinas da FACED: Projetos de aprendizagem em ambientes virtuais, Mídias e Tecnologias, Software livre, ambientes virtuais na web.
Desenvolvimento da cultura ampla – alfabetização digital para os docentes da UFRGS, capacitações, ambientes virtuais de aprendizagem, html, php, flash, vídeo conferência.
Muitas vezes o professor tem dificuldades de fazer a transposição da sua disciplina para as tecnologias, por isso precisa experimentar, todas as fases, desde a produção do material digital(cultura voltada para as tecnologias) até a experiência docente em EAD.
Para o MEC, EAD se dá através da mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem e ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação.
No futuro, a educação deverá ser BIMODAL, isto é, será tanto presencial quanto a distância. Haverá então um novo paradigma- uma fusão dos dois modelos, parece que a EAD está desenvolvendo tecnologias que vão desenvolver a educação como um todo, mas está ocorrendo um processo de qualificação de todo o processo.
EAD no sentido estrito – Cursos de especialização
Projetos com a Universidade Aberta ( Física, Química, Matemática e Informática)
Pró-Licenciatura
1a. fase – Pedagogia (400 vagas)
2a. fase – Música, Artes... (1800 vagas)
O Curso de Pedagogia a distância, está no 2o. Ano. O aluno/professor, apresenta trabalhos comprovando a transposição dialética, a partir das vivências de uma nova educação. Trabalhos realizados pelas alunas/professoras com seus alunos foram apresentados a platéia. O aluno deixa uma posição passiva, deve se sentir responsável por estudar, produzir, conhecer as novidades. Blog, wiki, web, são de ambientes e ferramentas já dominadas pelas alunas, que através de depoimentos mostrados, confirmam a qualificação da prática, do desempenho em sala de aula.
Prof. Paulo Rech Wagner
Ações em EAD para a formação de professores:
Tendências em EAD:
- ambientes virtuais de aprendizagens, materiais digitais, capacitação docentes, objetos de aprendizagens, serviços, integração EAD e presencial.
O professor precisa dominar e saber aplicar uma nova pedagogia.
A PUCRS usava um website, agora migrou para o ambiente moodle, que é free. A PUCVirtual é uma unidade de serviços cujo papel é apoiar e gerir as ações e políticas da PUC no que tange à EAD.
A PUC oferece alguns serviços como oficinas de capacitação, organização em EAD, gravação de vídeos, gravação (mp3) e/ou mídias, bancas ou reuniões virtuais.
Uma equipe desenvolve o trabalho: Coordenador, gerentes, Professores apoiadores, ateds (auxiliares técnicos em EAD/tutores), estagiários. Os núcleos se dividem em Informática e help desk, mídias e design, técnicos em TICs.
É uma proposta da Universidade, que todos os professores passem pela capacitação em recursos e ambientes digitais. Em sua 40ª edição, o curso tem como objetivo a formação docente, não apenas para o professor saber usar as ferramentas, mas para que seu plano da disciplina contemple ações específicas, projete adequadamente seus ambientes, ferramentas e materiais, enfim, contemple o EAD em sua prática.
Nesta formação docente são abordados assuntos como a inserção em EAD, planejamento, metodologia, avaliação e monitoramento, legislação e direitos autorais, ambientes de aprendizagem, visões do aluno e do professor, formatação e publicação de materiais, tele-conferência. As atividades são desenvolvidas tanto a distância, quanto presencial.
A meta da Universidade para 2010 é que todas as disciplinas usem ambientes virtuais, tanto na modalidade presencial quanto a distância.
Prof.ª Rosemari Martins
Laboratório virtual de línguas – Serviço disponível inicialmente aos alunos ingressantes na Universidade, após aberto a toda a comunidade.
Trabalha com modelos, dificuldades no uso da língua escrita, por exemplo, como redigir um texto, como fazer um projeto de pesquisa, como iniciar e terminar uma dissertação. O curso é oferecido a distância, as inscrições são por e-mail. Os módulos são de 25 horas/aula, sendo que o aluno recebe tarefas, realiza e envia para a correção e recebe de volta seu texto com as devidas observações. Um aspecto observado é o alto índice de evasão. Algumas hipóteses foram anotadas como as dificuldades com o ambiente, a gratuidade do curso, a falta de autonomia para estudar, o medo de errar ou receber críticas, o medo de se expor. A FEEVALE utiliza o ambiente Virtuali.
Prof.ª Patrícia Viana e Xavier Lopes
Algumas dificuldades enfrentadas num futuro o EAD e o Presencial: escolher o ambiente, treinar e convencer os pares de que é possível. Foi iniciado um estudo com o uso do AVA, com apoio do presencial – preparando a massa crítica, uma turma a distância e outra presencial, para controle e avaliação de resultados. A proposta metodológica é fundamental. As propostas de atividades devem ser significativas. É preciso rever os conceitos de ensino ou educação a distância. O professor deve rever sua prática, e não apenas propor atividades com textos, ler e postar no portfólio, não há diferenças entre o passado e esta prática. É preciso fazer a transposição de propostas e novos recursos.
Prof.ª Suzane Garrido
Responsável pela UnisinosVirtual, apresenta a virtualização como o melhor conceito em EAD, a potencialização das coisas atuais. Não há desmerecimento, há potencialização, flexibilização de tempo e de espaço para aprender, mediado por tecnologias digitais. A imprevisibilidade do setor é um “infator”, é preciso acreditar sem possibilidade de previsão. O mercado acena, existe a necessidade.
A Unisinos apresenta para o semestre 150 turmas, existe a demanda de alunos, o espaço de interlocução se faz necessário. O EAD traz articulações, favorece relações, possibilita a inclusão e possibilita, através das mídias, uma comunicação mais próxima, através da mediação tecnológica.
Algumas questões foram levantadas como os efeitos de tantas mudanças nos futuros licenciados, o problema da inclusão digital, quais os projetos do governo para o incentivo a EAD, mudanças que devem ocorrer na escola a partir de tantas propostas, barreiras tecnológicas e linguagens desconhecidas para um professor com limitações e como substituir a presença física do professor. Todas as questões ainda estão em estudos, são ainda objetos de pesquisa de professores que são pioneiros nestas ações e que escrevem uma nova página da história da educação em nossa sociedade.
Postado por Giselda Correa às 07:05 0 comentários
Marcadores: Palestra sobre EAD
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Visita ao Salão de Iniciação Científica-UFRGS
AÇAÍ BLOG – REGISTRO, ACOMPANHAMENTO E INTERAÇÃO EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS.
LEAD (Laboratório de EAD do Colégio de Aplicação)
LEAD (Laboratório de EAD do Colégio de Aplicação)
Tatiana Klafke
Mônica Baptista Pereira Estrázulas
Omar Salib
Tiago Zini
Orientador: Italo Modesto Dutra
O Açaí Blog é um ambiente em desenvolvimento no Laboratório de Estudos em Educação a Distância, que permite aos usuários construírem seus diários da internet e também compartilharem informações através de comunidades, possibilitando que escrevam sobre suas descobertas ou assuntos de seu interesse, que podem vir acompanhadas de figuras e sons de maneira dinâmica e fácil, além de possibilitar a interação destes membros nas comunidades que mais se identificam, buscando a troca e a construção de saberes.
Achei interessante a idéia desse blog, já que é uma ferramenta colaborativa onde se trocam informações e conhecimentos, podendo ser usado como um laboratório de escrita virtual onde todos os membros agem, interagem e trocam experiências sobre assuntos de mesmo interesse, principalmente pela grande possibilidade de interação entre participantes dentro das comunidades, o que contribui para a aprendizagem dos alunos.
Nos dias atuais as informações circulam cada vez mais rápidas, ou seja, o que se aprende hoje pode ser obsoleto amanhã. Acredito que esta ferramenta faz com que seus usuários estejam preparados para esta sociedade cada vez mais dinâmica, construindo novos saberes através do trabalho coletivo, do fazer junto com o outro, de que reflitam, busquem soluções para resolver problemas, exerçam o pensamento crítico retomando e reinterpretando conceitos e práticas tendo autonomia e interação constante, formando assim, uma teia de novos conhecimentos através da cooperação e ou partilha destes.
Nós no PEAD, estamos novamente trabalhando com blogs, nos apropriando dessa linguagem e explorando este ambiente de aprendizagem como espaço de interação e recurso para desenvolver trabalhos em equipe, discutir, elaborar projetos e utilizá-lo também como forma de avaliação das aprendizagens, já que esta ferramenta tem potencial para reinventar o trabalho pedagógico e envolver muito mais os alunos, já que possui um grande poder de comunicação e os alunos passam a ser escritores, leitores e pensadores.
Achei interessante a idéia desse blog, já que é uma ferramenta colaborativa onde se trocam informações e conhecimentos, podendo ser usado como um laboratório de escrita virtual onde todos os membros agem, interagem e trocam experiências sobre assuntos de mesmo interesse, principalmente pela grande possibilidade de interação entre participantes dentro das comunidades, o que contribui para a aprendizagem dos alunos.
Nos dias atuais as informações circulam cada vez mais rápidas, ou seja, o que se aprende hoje pode ser obsoleto amanhã. Acredito que esta ferramenta faz com que seus usuários estejam preparados para esta sociedade cada vez mais dinâmica, construindo novos saberes através do trabalho coletivo, do fazer junto com o outro, de que reflitam, busquem soluções para resolver problemas, exerçam o pensamento crítico retomando e reinterpretando conceitos e práticas tendo autonomia e interação constante, formando assim, uma teia de novos conhecimentos através da cooperação e ou partilha destes.
Nós no PEAD, estamos novamente trabalhando com blogs, nos apropriando dessa linguagem e explorando este ambiente de aprendizagem como espaço de interação e recurso para desenvolver trabalhos em equipe, discutir, elaborar projetos e utilizá-lo também como forma de avaliação das aprendizagens, já que esta ferramenta tem potencial para reinventar o trabalho pedagógico e envolver muito mais os alunos, já que possui um grande poder de comunicação e os alunos passam a ser escritores, leitores e pensadores.
Postado por Giselda Correa às 14:48 0 comentários
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